MINI

A Mini nasceu em 1959, em Inglaterra, quando Sir Alec Issigonis, desenhou o primeiro modelo, produzido pela British Leyland Motor Corporation, daquele que viria a ser o carro mais icónico de todos os tempos. Na altura o carro foi desenhado para corresponder às necessidades do setor por um carro pequeno e económico, tinha capacidade para 4 passageiros, era muito prático de conduzir, fácil de estacionar e custava apenas 496 Libras. Dois anos mais tarde, em 1961, o famoso construtor de carros Formula 1, John Cooper, propôs uma parceria a Sir Alec Issigonis, desenhar e comercializar um carro mais rápido e mais desportivo, capaz de ganhar o rally de Monte Carlo, foi então que surgiu o Mini Cooper, e mais tarde o Mini Cooper S. Foi precisamente depois deste novo modelo que o Mini, um carro pequeno, versátil e com muito charme, começou a sua viagem rumo ao topo do mercado automóvel, tornando-se um ícone. Ganhou o estatuto de um carro fashion, de tal forma que foi adquirido pelas maiores celebridades da altura, como Enzo Ferrari, os Beatles, Steve Mcqueen, entre outros. A força da marca, tornaram-se tão grandes, que em 1969 chegou mesmo a ser o protagonista de um filme, The Italian Job, onde o carro era guiado por Michael Caine. Nesta altura o carro deixa de ser apenas um carro pequeno e económico e passa a ser um acessório de moda. As décadas de 70 e 80 foram particularmente difíceis para a marca Mini, e tudo devido ao fato de descontinuarem os modelos Cooper e Cooper S no ano de 1971. No início da década de 80 a empresa renomeou o carro, passando a chamar-se Austin Mini, que voltou a ter um novo nome 8 anos mais tarde, quando a British Leyland Motor Corporation passou a chamar-se Rover Group o carro passou a ser Rover Mini. Após algumas tentativas de aumento do volume de vendas, com a criação de modelos de edição especial, a marca começa a dar a volta a duas décadas nada positivas. Em 1990 voltou a lançar o Mini Cooper que se reflectiu num aumento de vendas significativo para a marca. Durante os primeiros anos desta década, a marca foi fazendo uma série de alterações ao carro, tornando-o mais inovador tecnológicamente, até que em 1994 a marca BMW adquiri a Rover Group, passando a deter também a marca Mini. Uns anos mais tarde a BMW vende a Rover Group mas fica com a marca Mini em seu poder, e consequentemente com a comercialização do carro que em 1999 foi considerado pela Autocar como o carro do século. Em 2000 o mini, com a aparência original, deixa de ser produzido e a BMW lança, em 2001, um carro totalmente desenhado e produzido pela empresa, ao qual passou a chamar MINI.

A MINI na sua estratégia de comunicação, dá primazia ao uso do conceito ‘out of the box’ em todos os momentos de verdade que tem com os seus consumidores, criando um forte apelo  emocional.

Todas as plataformas de comunicação usadas pela MINI transmitem o conceito de irreverência que a marca quer transmitir, quer seja em outdoors, posters, publicidade impressa, internet ou em actividades de marketing de guerrilha. O marketing guerrilha é amplamente utilizado pela MINI, porque cria um elo correspondente à sua imagem de marca.

Toda e qualquer comunicação, transmite os valores definidos pela marca, esta coerência na mensagem transmitida, cria uma integração estratégica das funções da comunicação, evitando a duplicação, criando sinergias entre as ferramentas promocionais, o que consequentemente origina uma CIM mais eficiente e eficaz. A CIM exerce um papel fundamental no desenvolvimento e sustentabilidade da identidade e equidade da MINI, sendo que a marca trabalha bastante  esta integração de forma a alavancar, mais-valias para a organização.

As estratégias de comunicação utilizadas pela MINI são direccionadas pelas preferências dos seus mercados-alvo e do posicionamento pretendido, comunicando com os seus mercados a sua mensagem de valor, para criar as bases de sucesso da marca e de forma a realçar a diferenciação para com os seus concorrentes.

A marca trabalha o mix-promocional, tendo em conta as diferentes possibilidades que cada ferramenta possibilita, com o objectivo de criar atenção por parte do consumidor. No mix-promocional a MINI trabalha de forma integrada a publicidade; o marketing directo (vendas na internet, catálogos, canais de vendas); internet marketing; a promoção de vendas; relações publicas (marketing baseado em causas, publicações, publicidade corporativa, patrocínio de eventos especiais); publicitação (artigos, entrevistas, eventos especiais, conferências de imprensa, comunicados) e equipa de vendas. Utilizando as ferramentas necessárias para passar a mensagem, como a televisão/youtube, meios impressos, relações públicas e publicitação, internet, marketing directo, promoções de vendas, product placement, eventos e patrocínios, passa palavra, pontos de venda, equipas de vendas e outdoors.

A promoção da Mini é universal, os sites são construídos na mesma plataforma e com o mesmo tipo de  publicidade e ferramentas promocionais. Mini também usa co -branding em todos os mercados , tal como o famoso Red Bull Mini. A MINI tem uma CIM carregada de intenção emocional, adoptando uma estratégia de marketing criativa e inovadora.

A comunicação mais eficiente realizada pela marca é o marketing de guerrilha e o marketing digital, que correspondem às tendências mais recentes do mundo de hoje. O Marketing digital é uma das iniciativas de marketing mais importantes da MINI, com o objectivo de atingir o público mais jovem em plataformas como o site e as redes sociais (Facebook, Twitter , YouTube e o blog da MINI).

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